quinta-feira, 28 de junho de 2012

Condrite

Meu corpo resolveu testar uma nova dor...
Tive uma crise de sinusite que durou quase 30 dias mesmo com a intervenção de antibióticos, estava tossindo absurdamente, foi quando dia 10 desse mês, que caiu num domingo, acordei com uma dorzinha chata nas costelas do lado direito, achei que era porque eu deveria ter dormido em cima do braço... passou a semana e a dor não passou. Como sempre perguntei ao "pai que tudo sabe", o Google, sobre dor na costela, não achei nada, nenhuma explicação ou possível causa, chegou no final de semana sábado eu piorei e domingo mais ainda, comecei a achar que tinha quebrado uma costela e não sabia, já havia decidido ir ao médico na terça, quando na segunda pela manhã senti algo parecido com um estralo, do tipo definido pela onomatopeia "POQ", perdi o ar e dor se tornou constante, não conseguia respirar sem sentir dor, fui ao pronto socorro, cheguei lá, a médica me fez algumas perguntas, se eu havia caído, batido, se fazia atividade física, afirmei que não, pediu para eu me deitar e perguntou onde doía, mostrei a ela e ela me perguntou: doí o osso da costela ou entre elas?, minha resposta foi que eu não sabia, doí tudo, ai ela começou apertar: doí aqui? Não. Doí aqui? Doí. Aqui? Não. Foi quando ela apertou bem no final da costela, e perguntou de novo; doí aqui? Ai que dor insuportável, respondi doí, doí muito... Então ela me apresentou a condrite, que se trata de uma inflamação no músculo que fica embaixo da costela, disse que depois da dor de rim, essa é a pior dor, que poderia ter sido ocasionada, no meu caso, pela tosse prolongada, podendo ter sido agravada por eu ter dormido em cima do braço. Para maior alegria ela disse que não havia muito o que fazer, que era uma dor que demorava para passar, que ela me daria um antiinflamatório por 7 dias para aliviar a dor... Bem, aliviou mesmo, muito por sinal, porém mais de 1 semana depois de ir ao médico, ainda sinto vestígios da dor...
Agora que você também conhece a condrite, caso a sinta, não espere piorar para ir ao médico, pois quando ela piora, nem queria imaginar a dor...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nova paixão

A muito tempo que a vida sedentária me incomoda, todos temos consciência da importância das atividades físicas para uma vida longa e saudável, mas a correria do dia dia, o cansaço faz com que a gente deixe esse ponto tão fundamental para depois...
Eu já tentei ir para academia diversas vezes, mas levantar peso não me agrada nenhum pouco, é um tormento, uma tortura, então, para sair do sedentarismo decidir voltar a dançar.
Comecei a fazer Ballet aos 3 anos, fiz ballet, jazz, sapateado, dança de salão, sempre amei dançar, mas desde o 17 anos de idade que não fazia nada. Eu sempre achei dança do ventre muito bonita, sensual, e depois de ver como ela mudou a Shakira, rsrs, decidi arriscar.
Há 2 meses e meio comecei a dançar, encontrei uma academia perto de casa e estou amando, primeiro porque é uma diversão, durante a aula a gente esquece de tudo, só pensa na dança, minha professora e as outras alunas são muito engraçadas, a gente ri muito juntas e é um ótimo exercício... o básico é fácil, mas a coisa vai complicando. A dança do ventre é uma dança cheia de tradição e história, a cada fundamento novo que aprendo vou gostando mais. Hoje vamos começar a dançar com o véu, estou ansiosa.
Já me sinto bem melhor desde que comecei a dançar, o peso na consciência diminuiu e autoestima aumentou, afinal, como minha professora diz, somos todas divas!