sexta-feira, 28 de março de 2014

Viagem Bolívia e Peru - Dia 03

Olá,

Vamos continuar a viagem!

Chegamos em La Paz por volta das 13:00 e ainda não tínhamos o visto de entrada no país.

Aproveitamos que já estávamos na rodoviária e que não era muito perto do hotel para comprar as passagens para Copacabana. Compramos as passagens pela empresa Titicaca Tourist Transportation, a passagem foi extremamente barata pois a viagem é mais curta, custou para os dois R$20,70.

Meu marido e eu, fizemos reservas em todos os hotéis previamente, depois de muito pesquisar no TripAdvisor, que é uma ótima fonte, escolhemos os que julgamos melhor por localização, preço e comentários.

Ficamos no Hotel LP Columbus, acesse o site deles para maiores informações aqui. Já estava incluso o café, que era bom, porém nada fora do comum. As duas diárias ficaram R$275,00, isso incluindo a Soroche Phills, que falarei daqui a pouco.

O hotel é bom, recomendo 100%, não tivemos nenhum problema, o atendimento foi muito bom e a localização dele é ótima, fica atrás do estádio nacional, uma beleza.

Após fazer o check-in no hotel e sermos cobrados do visto de entrada, contamos o que aconteceu, o pessoal entendeu e nos deu o endereço da imigração de La Paz.

Nós apenas deixamos as bagagens, tomamos um banho e fomos resolver esse impasse.

Preciso apenas dizer antes que, quando cheguei em La Paz eu estava super bem, mas quando cheguei no hotel, que entramos no quarto e eu deitei, comecei a sentir falta de ar, meu Deus, que sensação horrível de você puxar o ar e parecer que ele não encheu seus pulmões. E eu que achava que essa de passar mal por causa da atitude era conversa para boi dormir, rs.

A imigração era perto, mas a caminhada até lá foi um parto, porque eu não conseguia respirar direito e me sentia extremamente cansada, qualquer lugar que eu pudesse eu parava e sentava.

Chegando na imigração, pedimos informações a respeito de como tirar o visto, nos pediram cópias dos passaportes e das passagens de ônibus que nos levaram até lá, sorte que eu estava guardando tudo para postar aqui depois. Do outro lado da rua tiramos as xerox e voltamos para lá. O atendimento foi extremamente rápido, explicamos o ocorrido, não houve questionamentos, nos deram o papel, preenchemos, carimbaram e pronto, problema resolvido.

Andamos um pouco pela cidade, almoçamos no Burguer King no centro e passamos na farmácia, pois eu precisava tomar algum remédio, pois além da falta de ar e do cansaço, estava enjoada. Compramos um comprimido lá, rquemei, mas não funcionou.

Eu já tinha levado do Brasil um remédio para dor de cabeça e um para enjoo, mas foi a mesma coisa que nada.

A noite eu estava sem condições de sair, meu marido queria andar então ele foi só, pois eu realmente não tinha como ir. Quando voltou ele trouxe um pizza e uma Coca-cola, comi com muito gosto. Na recepção ele comentou que eu estava passando muito mal por causa da atitude e, pois não havia almoçado direito disseram que no frigobar havia as Soroche Phills, que era boa para isso.

Gente, essa pílula é milagrosa, só ela me ajudou a ficar boa, o cansaço passou, a falta de ar também, o enjoo...  Não esqueçam esse nome caso passem mal, Soroche Phills.

No dia seguinte acordamos cedo e fomos passear por La Paz.

Amanhã postarei o quarto dia. Qualquer dúvida, já sabem, deixem um comentário que respondo.

Até.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Viagem Bolívia e Peru - Dia 2

Olá,

Na última postagem parei na chegada a Santa Cruz de La Sierra, então vamos prosseguir.

Como disse na postagem anterior, chegamos na fronteira num sábado e o posto de imigração fechou meio dia e não conseguimos pegar o visto de entrada, mas com um tempo restrito seguimos sem o mesmo.

Chegamos a Santa Cruz às 4:30 da manhã, estava escuro, tudo fechado e não tínhamos bolivianos para fazer qualquer coisa, tínhamos apenas doláres.

Precisávamos ir até o posto de imigração para pegar o visto, então descobrímos que estava fechado pois era domingo, foi um susto. Lembramos que no aeroporto tinha um posto, por isso fomos para lá.

Para ir para lá, tínhamos que pegar um táxi, mas os taxistas não aceitavam doláres, então, achamos um que disse que sabia onde trocar, ficamos meio assim, mas o cara foi bastante correto, nos levou a um posto de gasolina que trocava o dinheiro e deu tudo certo.

Quando chegamos ao aeroporto fomos direto as informações, nos passaram o número da sala de imigração pois não podíamos ir lá, uma vez que a mesma ficava na área de desembarque e só abriria às 8:00.

Chegamos no aeroporto por volta das 6:00, aproveitamos para comer, carregar celulares e sentar para relaxar. O aeroporto não é grande, mas é bom.

Ficamos horas lá, esperando alguém atender na imigração, só conseguimos contato por volta da 13:15 e o que obtemos não foi uma resposta nada boa. Disseram que o posto era apenas para quem chegava lá de avião e que se a gente quisesse o visto teríamos que pagar cerca de 350 bolivianos para cada, ou deveríamos seguir para La Paz, explicar a situação na imigração e pegar o visto lá.

Optamos pela segunda opção, seguimos para La Paz.

Devido a esse impasse todo, não conhecemos a cidade, apenas o aeroporto.

No aeroporto tem Subway, aqui no Brasil tenho o costume de comer o italiano e coloco o molho chipotle, que é um pouco picante, lá tinha opção de italiano picante, que era a mesma ideia do daqui, mas meu Deus, o molho chiplote deles não tem nada a ver com o daqui, o de lá para começar é vermelho e é muuuuuuuuuuuito picante, mas muito mesmo, eu nem consegui comer e olha que eu gosto de pimenta. Fica a dica.

Quando chegamos a rodoviária novamente, descobrimos que lá também tinha um posto de imigração, mas era a mesma história, era domingo e estava fechado.

Compramos a passagem de ônibus para La Paz pela empresa Trans Crucero que saia às 17:30. A passagem para os dois custou R$120,00.

O ônibus era melhor, bem mais espaçoso, era leito, então foi mais confortável. Durante toda a viagem também colocaram filmes, assistimos uns 5 filmes, afinal, o trajeto é longo, 12 horas.

Por alguma razão, não tenho mais os tickets de cobrança da taxa da rodoviária, mas com certeza não é mais que 3 bolivianos por pessoa.

Na Bolívia também, em tudo quanto é lugar, menos no aeroporto, você paga para usar o banheiro, em média 1 boliviano, mas isso não garante que você vá encontrar um banheiro descente e com papel, o banheiro da rodoviária de Santa Cruz foi o banheiro mais medonho que já entrei na vida, estava imundo.

Outra dica que deixo é levar do Brasil mesmo alguns lanchinhos, pois nem sempre você vai encontrar um lugar descente para comer e se você for um tanto chato(a) para comida como eu, ajuda bastante, meu marido e eu levamos pacotinhos de amendoim, bolachas, torradinhas temperadas, etc.

Chegamos em La Paz com um pouco de atraso, às 13:00, pois pegamos trânsito na entrada da cidade.

Amanhã nossa experiência em La Paz, qualquer dúvida desse trecho, deixem sua postagem que responderei.

Até.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Viagem Bolívia e Peru - Dia 1

Olá,

Como prometido, começo hoje a esmiuçar a minha viagem.

Meu marido e eu moramos em Campo Grande/MS, então, daqui para fronteira não é longe, é só chegar em Corumbá.

Para irmos até lá, na sexta-feira, pegamos um ônibus da empresa Andorinha, que sai daqui às 23:59, cada passagem custou R$81,27. Você pode efetuar a compra antecipada, de qualquer lugar pelo site deles.

Chegamos em Corumbá às 06:30 do sábado, da rodoviária, decidimos seguir a pé até o terminal de ônibus, de onde sai um que vai até a fronteira. A caminhada não é longa, mas com a mochila nas costas, não foi muito confortável para mim, mas dá para fazer.

Depois de pegar o ônibus, que se eu não me engano é a linha Fronteira, descemos a alguns metros do posto de imigração do lado brasileiro, lá você passa para pegar o visto de saída do país, depois atravessamos a fronteira e chegamos a imigração boliviana, lá você pega o visto de entrada no país.

Aqui vai a primeira e preciosa dica, aos sábados (e se não me engano aos domingos), os postos de imigração dos dois lados (brasileiro e boliviano) fecha às 12h00, ou seja, ou você chega muito cedo ou não vai conseguir pegar os vistos.

Meu marido e eu não sabíamos disso e chegamos lá em pleno sábado, ficamos cerca de 1h na fila do lado brasileiro para pegar o visto de saída, isso porque chegamos razoavelmente cedo e a fila não estava muito grande. A fila do lado boliviano era assustadora de tão grande, ficamos lá até o posto fechar e não chegamos nem perto da porta para conseguir o visto.

Não pense que vai rolar suborno para conseguir o visto porque não rola, ficamos sondando um pessoal que iria tentar fazer isso e nada adiantou, umas 5 pessoas tentaram como quem nada quer e não deu.

Como meu marido e eu tínhamos um tempo restrito que precisava ser respeitado, decidimos seguir viagem sem o visto e tentar pegá-lo em Santa Cruz de La Sierra onde tem posto de imigração também.

Outra dica é esperar para trocar dinheiro no lado boliviano, a conversão lá é melhor, cada R$1,00 valia 3,10 bolivianos, uma maravilha!

Compramos passagens para ir para Santa Cruz pela empresa "El Quijarreño" Srl., não optamos pelo trem da morte pois além de demorar mais tempo, é bem difícil, se não impossível comprar a passagem para o mesmo dia, se você conseguir será por meio de cambistas, que tem venderão a passagem pelo dobro do preço. A passagem de ônibus para os dois saiu por R$71,00.

O ônibus saia às 18h00, e como ainda era 13h00, meu marido e eu demos uma volta por Puerto Quijarro, não achamos nada de interessante, então decidimos descansar até a hora de pegar o ônibus.

Fomos ao hotel Vini, negociamos com o dono um quarto por algumas horas e ele fechou por R$40,00, pudemos descansar e tomar banho antes de seguir.

Táxi na Bolívia é muito barato, então pegue sem medo de ser feliz, só pergunte o valor antes de sair, para ninguém tentar te passar a perna, não me lembro de termos pagado mais do que R$15,00 em um longa corrida.

Pegamos o táxi até a rodoviária, bastante precária por sinal, e chegamos lá as 17h30, para nossa surpresa, estavam apenas nos esperando para sair, lá o ônibus não espera o horário certo, espera apenas todo mundo chegar e tchau.

Em todas as rodoviárias da Bolívia é cobrado um taxa de embarque digamos, em Puerto Quijarro foram 2 bolivianos, um valor bastante irrisório, mas vale saber.

O ônibus era velho, deu uma pequena pane durante a viagem, mas ocorreu tudo bem, não deixaria de recomendar pelo baixo custo e por ser menos demorado que o trem.

Chegamos a Santa Cruz de La Sierra às 4h00 da manhã.

Indico também ir com passaporte, apesar de rezar a lenda que para viajar na América do Sul, devido ao Mercosul, vale o RG, todo mundo queria passaporte e não identidade.

Ao final das postagens, colocarei a minha planilha de gastos gerais, para que possam ter uma ideia melhor.

Amanhã postarei o segundo dia, qualquer dúvida deixem sua mensagem que responderei.

Até.

terça-feira, 25 de março de 2014

Viagem - Bolívia e Peru

Olá,

Depois de muuuuuito tempo sumida, decide reaparecer, algumas vezes fica difícil conciliar o ritmo da vida com o blog, muitas coisas acontecem ao mesmo tempo, mas acho que todo mundo sabe, afinal todos vivemos na mesma sociedade louca.
Mas enfim, vamos ao que interessa, em janeiro de 2013, meu marido e eu fizemos uma viagem que durou 16 dias, saimos de Campo Grande/MS e seguimos rumo a Lima, no Peru.
Antes da viagem, pesquisei muito, mais muito mesmo, do tipo fiquei 1 semana, todos os dias a tarde lendo e revirando a internet, o resultado foi uma ótima viagem, com poucas surpresas ruins e tudo certo.
Decidi então postar aqui uma série que relata toda essa viagem, trazendo todas as dicas possíveis, que ajudarão na sua viagem, pois pelo que percebi, é um roteiro bastante procurado.
Nessa primeira postagem colocarei nosso roteiro, que mesmo com alguns imprevistos, foi respeitado.


1° dia: Campo Grande x Corumbá
Saída de Campo Grande às 23:59
Chegada a Corumbá às 6:30
Cruzar a fronteira
Ônibus para Santa Cruz de la Sierra

2° dia: Santa Cruz de la Sierra
Chegada a Santa Cruz
Comprar passagem com destino a La Paz 
Conhecer a cidade e almoçar


3° e 4° dia: La Paz
Chegada a La Paz
Comprar passagem com destino a Copacabana 
Hospedagem
Passeios pela cidade
Saída para Copacabana


5° e 6° dia: Copacabana
Chegada a Copacabana
Comprar passagem com destino a Cuzco 
Hospedagem
Passeio pela Isla del Sol
Saída para Cuzco

7°, 8°, 9° e 10° dia: Cuzco
Chegada
Comprar passagem com destino a Nazca
Hospedagem
Passeio Vale Sagrado
Passeio Machu Picchu
Passeio Maras Moray
Saída para Nazca
 

11°, 12° e 13° dia: Nazca
Chegada
Comprar passagem com destino a Lima 
Hospedagem
Passeio pelas Linhas de Nazca
Passeio (a escolher)
Saída para Lima


13°, 14° e 15° dia: Lima

Chegada
Hospedagem
Passeios pela cidade
Ida para o aeroporto às 10h00

Bem, nas próximas postagens, esmiuçarei a viagem, contando sobre os hotéis que ficamos, empresas de ônibus, passeios e valores, pois anotei tudo! Talvez esteja um pouco desatualizado, mas apenas um pouco, pois faz pouco mais de um ano que fomos.
Fiquem de olho, pois vale a pena conferir se você pretende fazer esse roteiro.
Até.
 

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Unhas (parte 3)

Depois de longas e merecidas férias, estou de volta, logo, logo postarei todas as dicas sobre minha viagem a Machu Picchu, mas hoje, trago mais algumas dicas de combinações de unhas com filha única.

Esmalte Impala Vinho e filha única Impala , linha Fun, Ploc

Esmalte Risqué, Preto Sépia e filha única Impala linha Army, Na mira 3D  

Esmalte Colorama, linha África à vista, Horizonte Azul e filha única com trabalho artistisco

Espero que tenham gostado, até a próxima!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Unhas (parte 2)

   Na última postagem falei um pouco a respeito da moda da unha com "filha única" e sobre as manchinhas brancas que aparecem nas unhas após deixá-las muito tempo com esmalte. 
   Hoje vou mostrar como minha unha fica após tirar o esmalte e como ela fica depois que eu faço o processo (que vou comentar novamente), além de mostrar outras duas combinações de "filha única".
   Primeiro a questão das manchas brancas. Após muito tempo passando esmalte sem deixar a unha "respirar" começa aparecer umas manchas brancas. Comigo isso sempre acontece nas unhas do pé, mais especificamente no dedão. A primeira vez que isso aconteceu eu achei que não havia tirado o esmalte direito, mas na verdade não era isso... Depois de muito pesquisar na internet, nunca achei uma resposta, então um dia sem querer, encontrei uma solução temporaria para o problema.
   Após tirar o esmalte minha unha fica assim: 

Manchinhas brancas



   Depois de tirar o esmalte o passo seguinte é passar um pouco de óleo secante e com uma lixa polidora, lixar até tirar as manchinhas.
Óleo secante e lixa polidora
   Por fim, como às vezes ainda podem ficar manchinhas brancas, você deve passar mais um pouco de óleo secante e esfregar na unha. O resultado final é o seguinte:
Sem manchinhas brancas

   Depois de tomar banho o óleo secante sai totalmente da unha, o que pode fazer algumas manchinhas voltarem a aparecer, mas ai é só passar mais um pouco de óleo secante e esfregar na unha novamente. Se essas manchinhas brancas te incomodam tanto quanto a mim, acho que vale a pena tentar. Minha manicure também disse que azeite funciona, mas para mim não funcionou...
   Agora, as duas combinações de "filha única" que fiz recentemente.

Esmalte Risqué Caipiroska Curaçao e filha única com esmalte Impala, linha Cores do Oceano, Brilho da Sereia



Esmalte Colorama, linha África à vista, Noite Africana e filha única esmalte Impala Confet


   Bem, espero ter ajudado com esse pequeno problema e com ideias de combinações com "filha única". Qualquer dúvida, deixem um comentário.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Unhas (parte 1)

   Bem, qual é a mulher que não gosta de fazer as unhas?
  Eu, particularmente, adoro! Atualmente temos tantas cores, tantas texturas e possibilidades, que tornam o processo ainda mais prazeroso.
   Quando vi a moda da unha filha única, confesso que achei meio estranho, a ideia não me agradou muito no inicio e não tinha pretensão de fazer, mas como eu sou fã de moda, acabei não resistindo a novidade e olha no que deu.
Esmalte Risqué Marshmallow de Alfazema com esmalte de glitter na filha única


Esmalte Risqué Malícia e Tâmara na filha única
   A escolha apenas das cores da Risqué foi mera coincidência, uso  todas as marcas, só não faço questão de pagar mais por esmaltes importados, pois já comprei vários e sinceramente, não vi diferença alguma e duraram a mesma coisa que os esmaltes nacionais.
   Agora falando de um outro assunto relacionado a unhas, depois de semanalmente pintar as unhas, tira esmalte, passa esmalte, tira esmalte, passa esmalte, um belo dia tirei o esmalte do pé e tinha umas manchas brancas, achei que não tinha tirado o esmalte direito, passei dez vezes o algodão com acetona e elas continuavam lá; então minha mãe me disse que aquilo devia ser porque eu não deixava a unha "respirar". Fiquei traumatizada, não queria mais pintar as unhas do pé. Passei um bom tempo sem pintar, só voltei a pintar no dia do meu casamento, pois não tinha escolha, mas depois de voltar não quis mais parar e o problema voltou de novo.
   Procurei na internet como fazer para acabar com isso, mas nunca achei uma solução, apenas as reclamações de outras mulheres que passam pelo mesmo estress... Um dia conversando com minha manicure, reclamei com ela sobre as manchinhas brancas e ela me disse que passar azeite resolvia, não perdi tempo, depois de tirar o esmalte lá fui eu passar azeite na unha, mas para mim de nada adiantou.
   Depois de muitas tentativas cheguei a uma solução provisória, que não era parar de pintar as unhas. Após tirar o esmalte você deve passar um pouco de óleo secante e com uma lixa polidora "raspar" aquela camada branca, sai quase tudo nesse processo e para sumir com o resto, passe outra camada de óleo secante e esfregue na unha, isso irá hidratá-la e não ficará mais branco. Só que essa segunda parte, como eu disse anteriormente é provisória, pois depois do banho, o óleo sai todo e alguns pontos brancos podem aparecer novamente, mas aí você repete o processo de esfregar o óleo na unha.
   Infelizmente, para acabar com esse problema só deixando a unha sem esmalte por alguns dias, coisa que quase nunca lembro de fazer, mas por enquanto vou usando o processo acima, pois já me ajuda bastante.
   Depois postarei mais combinações de esmalte com filha única e espero que a dica para manchas brancas ajude.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Desenvolvimento e importância da EaD

Essa postagem é referente ao trabalho de pós graduação em Metodologia e Gestão para EaD.



INTRODUÇÃO
Esse traballho tem por objetivo responder a solicitação do curso de pós graduação em Metodologia e Gestão para Educação a Distância, ampliar os conhecimentos adquiridos com os conteúdos das três disciplinas, conhecer o que está sendo discutido sobre o tema EAD no internet, compartilhar conhecimento e discutir ideias por meio de blogs que falem sobre a temática.
As etapas se dividiram em quatro momentos: primeiro houve o estudo dos conteúdos das disciplinas, depois aconteceu a pesquisa de blogs que trouxessem a temática EAD e pela seleção de dois que tivessem bom conteúdo e que fossem ativos. Posteriormente deu-se inicio a postagens nesses blogs com o intuito de agregar conhecimentos e discutir ideias. Por fim, foi elaborado esse trabalho como síntese dos conhecimentos adquiridos.

CONSIDERAÇÕES
Ainda existe preconceito em relação a EAD, acredita-se que essa modalidade não tem a mesma qualidade da educação presencial, pois há uma separação entre professor e aluno e é preciso que o aluno seja autônomo para que a aprendizagem aconteça, e muitas vezes essas autonomia não foi desenvolvida anteriormente, mas muitos estudos tem provado que esse pensamento não é proviniente.
Há um investimento grande no desenvolvimento de materiais para EAD, para que eles auxiliem os alunos de forma que supra a “ausência” do professor. Para isso existem diversas ferramentas tecnológicas (TICs) que permitem o desenvolvimento desses materiais (textos, gráficos, imagens, áudio e vídeo), além de existir outras que permitem a interação professor-aluno, como por meio de chat, fórum de discussão, vídeoconferência, etc. São as tecnologias que ajudam a superar a distância entre professor e aluno, são elas que promovem a interação.         
No blog a Educação a Distância, na postagem “Tablets impulsionam gastos em TI em educação”, fala sobre como as instituições de ensino tem investido em tecnologia, pois as tecnologias já estão inseridas em nossas vidas e elas não poderiam deixar de estar presente na educação e são essas tecnologias que tornam a EAD realmente possível.
Na EAD não só o papel do aluno muda, onde ele passa a ser participante ativo na construção do seu conhecimento, por isso, a necessidade da autonomia, o papel do professor também muda, o professor deixa de ser o portador do conhecimento que é transmitido aos alunos, para ser um mediador, um facilitador do processo de aprendizagem.
A Educação a Distância se difundiu recentemente com o avanço das tecnologias, mas essa modalidade de educação existe há bastante tempo e pode-se dividir em três gerações: a primeira foi cursos por correspondência, a segunda fica marcada pela utilização de novas mídias como televisão, fitas de aúdio e vídeo e telefone; a terceira pela utilização do computador e internet e já é possível ver algumas tendências para o futuro da EAD como a WEB 2.0, as redes sociais, mundos virtuais 3D, games, etc.
No blog de João Mattar, na postagem intitulada "A História da EaD", como o título já indica, fala sobre a trajetória da EAD e segundo essa postagem a primeira notícia da EAD é de 1728.
No Brasil a EAD também começou com os cursos por correspondência em 1904, depois em 1927, começa a educação pelo rádio, passando por várias experiências bem sucedidas como a Rádio Monitor.
No Ensino Superior a Educação a Distância começou em 1979 com a Universidade de Brasília e hoje está presente em cursos presenciais que podem contar com 20% da carga horário do curso a distância e também em cursos de graduação e pós graduação lato sensu que podem ser oferecidos totalmente à distância, não totalmente, pois no Brasil não é possível ter cursos certificados totalmente EAD, é preciso que as avaliações sejam feitas presencialmente. A Educação a Distância pode ser utilizada também na educação básica, em cursos livres e corporativos, pelo governo e por empresas privadas.
Para que a EAD acontece é necessários muitos profissionais, além de professores é preciso tutores, designers instrucionais, fornecedores e desenvolvedores de ferramentas, ambientes de aprendizagem, coordenadores, entre outros.
A EAD é uma necessidade da sociedade moderna, onde a falta de tempo faz com que essa modalidade seja extremamente vantajosa, pois nela há a flexibilidade de horários, e mesmo com o preconceito que ainda existe frente a ela, houve um aumento de 30,4% nessa modalidade, enquanto a modalidade presencial 12,5%; essa é uma realidade que não se pode mais negar, ela pode ajudar a transpor a defasagem educacional brasileira, pensando nisso existe a Universidade Aberta do Brasil, ela oferece  cursos de nível superior na modalidade EAD para aqueles que tem dificuldade de acesso ao Ensino Superior.
A EAD é difícil de conceituar, mas existem diversos autores que fazem sua definição, entre elas está “EAD é toda atividade de ensino e aprendizagem que não acontece na presença física do professor com seus alunos.”
Para que a EAD não seja um choque é possível introduzi-la de maneira progressiva, onde a cada ano o aluno tenha mais carga horária a distância e assim ir se adaptando a esse novo modelo.
Existem muitos modelos de EAD no Brasil, porém o modelo que mais cresce é aquele que une teleaula ao vivo transmitidas via satélite, tutoria presencial e apoio pela internet, esse modelo é interessante pois combina a EAD com a presença de tutor para auxiliar.
Quando um curso é desenhado a escolha das mídias e a gestão dos processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos são primordiais para que os resultados sejam atingidos.
            A didática se preocupa com o que ensinar, por quê ensinar e como ensinar, na Educação a Distância é preciso se preocupar também com o perfil do aluno, com os objetivos que ele têm ao optar por um curso EAD, para assim buscar a melhor didática para obter êxito no processo de ensino-aprendizagem.
            Já para os alunos, é necessário, além da autonomia para construção do seu prórpio conhecimento, saber gerenciar seu tempo para estudo e realização das atividades, ter compromisso e dedicação.
Foi em 1996 que EAD surgiu oficialmente no Brasil por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996), sendo normatizada pelo Decreto 2.494 (de 10 de fevereiro de 1998), pelo Decreto 2.561 (de 27 de abril de 1998) e pela Portaria Ministerial 301 (de 7 de abril de 1998).
Por meio das lei, decretos e portarias é possível saber as normas que regem a EAD no Brasil, tais como: os critérios de credenciamentos e recredenciamento das instituições que podem ofertar essa modalidade; a União é a responsável por regular os requisitos para realização de exames e registro de diplomas; os cursos já reconhecidos podem ofertar 20% da carga horária na modalidade a distância; a duração mínima do curso não pode ser inferior a duração na modalidade presencial, etc.
A legislação foi se alterando ao longo dos anos, em 2005, o decreto 5.622 trouxe a possibilidade dos polos de Educação a Distância com unidades descentralizadas, autorizou a criação de cursos de mestrado e doutorado a distância e incorporou a ideia, na legislação, de autonomia universitária na EAD.
Em 2011, o Decreto n. 7480 trouxe mudanças na regulação da EAD, onde acada a Secretaria de Educação a Distância (SEED) e cria a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior e da Educação a Distância.
Os cursos de pós-graduação lato sensu a distância podem ser oferecidos por instituições de educação superior, desde que essas já possuam credenciamento para educação a distância. Os cursos devem ter duração mínima de 360 horas e provas presenciais, assim como a desefa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso.
Além das leis, decretos e portarias, há outros dois documentos que norteiam a oferta de cursos a distância, são eles: os Instrumentos de Avaliação de Cursos de Graduação e os Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância.
Os Instrumentos de Avaliação são responsáveis pela autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos, para isso é avaliado a dimensão didático-pedagógica, o corpo e a infraestrutura. Por meio dessa avaliação é que é dado do Conceito de Curso.
 Já  os Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância é um documento que orienta a estruturação da oferta de cursos a distância pelas instituições credenciadas. Ele traz os itens básicos para que a Educação a Distância seja de qualidade: desenho do projeto; equipe profissional que irá atuar no curso; os recursos educacionais; a infraestrutura; os canais de comunicação que deverão existir para a interação entre professor e aluno; avaliações de aprendizagem e institucional; e sustentabilidade financeira da instituição.
            Pensando em padrões de qualidade foi criado o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) em 2004, pela lei 10.861. O SINAES avalia o desempenho das instituições que atuam no ensino superior, visando a melhoria na qualidade da educação. Essa avaliação se divide em três: Avaliação das Instituições de Educação Superior (Avalies); Avaliação dos cursos de graduação (ACG) e Avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE).
            Apesar dos avanços significativos na EAD, como já foi dito, ainda existe preconceito quanto essa modalidade de educação, mas o Governo vem adotando e incentivando a Educação a Distância por meio da Universidade Aberta a Distância, para atender pessoas com dificuldade de acesso ao ensino superior. Cada vez mais instituições vêm aderindo a essa modalidade também, pois com uma abragência maior é possível atender pessoas do interior ou que não tem possibilidade de frequentar um curso presencial, aqueles que têm pouco recursos econômicos ou para atingir rapidamente metas de grande impacto.
            A EAD caminha para um crescimento cada vez maior, com os avanços da TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) sua realização será aperfeiçoada e logo a modalidade a distância se tornará tão “comum” quanto a modalidade presencial.



CONCLUSÕES

            Os conteúdos apresentados na disciplina tiveram ligação com as três disciplinas apresentadas anteriormente, mas tratam do assunto de maneira mais aprofundada e para quem estuda a temática Educação a Distância, foram assuntos importantes para a formação.

            Esse trabalho proporcionou uma nova experiência com a possibilidade de discussões via blogs, eu fiz meus comentários, mas do meu ponto de vista, não houve uma real discussão, onde acontece uma troca, grande parte dos comentários, na verdade, traziam um ponto de vista novo, um olhar novo sobre o assunto, e isso também é um ponto bom, pois às vezes as pessoas falam sobre algo que não havíamos pensado ou com uma linguagem diferente, faz com que entandamos o que não tinha ficado muito claro.
            Esse relatório mostra um pouco do conteúdo aprendido nas disciplinas, um “resumo” dos conteúdos apresentados e aprendidos, aquilo que foi considerado mais importante para constar nesse trabalho.
            Como disse, inclusive em umas das postagens nos blogs, sou nova, então me sinto muito a vontade diante das tecnologias, por isso, blogs já fazem parte da minha vida há bastante tempo, já tive diversos blogs, hoje permaço com 3, sendo que 1 foi criado para atender um trabalho da minha primeira pós, outro é sobre minha lua de mel, com o intuito de dar dicas para as pessoas que tem o mesmo destino, mas que ainda está incompleto e o último é um blog pessoal e que existe desde 05 de junho de 2011, onde trato de assuntos diversos, então decidi usa-lo para fazer a postagem do trabalho, e pretendo continuar com ele por tempo indeterminado.
            Para mim não só esse trabalho ou a criação do blog é uma quebra de paradigmas, eu estar cursando um curso EAD sim, pois nunca me senti confortável com a ideia de estudar sem ter que me dirigir a um lugar específico, sentar em uma cadeira e ouvir o professor falar por algumas horas, mas hoje vejo que isso é possível, mas que não é algo para todos, ainda, pois é preciso disciplina, dedicação, além de ter autonomia para compreensão dos conteúdos e sabemos que no Brasil existem muitos analfabetos funcionais, que são aqueles que sabem ler, mas não conseguem compreender, interpretar um texto, e isso gera uma grande dificuldade para fazer um curso na modalidade a distância, por isso, é preciso melhorar a educação, mas essa é uma outra discussão.