quarta-feira, 4 de julho de 2012

Individualismo

Existe alguma coisa mais irritante do que chegar no estacionamento lotado de um shopping, supermercado ou qualquer outro lugar e encontrar uma cena como essa abaixo?

Aqui em Campo Grande, cenas como essa são corriqueiras, depois de me estressar muitas vezes por isso, comecei a tirar fotos desse absurdo para postar aqui e partilhar minha indignação.
Vivemos em uma sociedade individualista, é que ouvimos e sabemos há anos, mas eu não consigo me conformar com a capacidade do ser humano de só olhar para o próprio umbigo, até mesmo em coisas pequenas. Sempre que vejo uma cena dessa eu me pergunto se o ser que parou dessa maneira, como diz o ditado popular, "ia tirar o pai da forca", ou se iria doer manobrar o carro para estacionar na vaga corretamente...

Já vi cenas como essa no estacionamento do supermercado, do shopping e até mesmo na rua. Essas paradas fotografadas são as mais grotescas, mas tem aqueles que pararam dentro da vaga, porém, mais torto impossível, o que atrapalha você a entrar ou a sair da vaga, até mesmo entrar no seu carro, então pergunto mais uma vez, ia doer dar uma ré e endireitar o carro para facilitar a vida do próximo?


Ai acontece o famoso efeito dominó, o primeiro para torto, o segundo também, o terceiro, o quarto e assim sucessivamente até comer uma ou duas vagas, que eu, você, poderíamos usar.


Isso sem citar aqueles, que para mim é o maior absurdo de todos, muito mais do que os das fotos, os que param em vaga para idoso ou deficiente, meu Deus, não interessa o motivo da parada e o tempo, 5, 2 minutos, é muita falta de valores...
Pensando nessas pequenas coisas e nas grandes também, afinal, nós vemos cada coisa que o homem é capaz de fazer com o outro, que às vezes fica difícil de acreditar, é que digo, vamos entrar em extinção de qualquer maneira, se não acabarmos com o planeta terminaremos matando uns aos outros...

domingo, 1 de julho de 2012

Minha cama é uma Brastemp

No começo do ano, apareceu um gato aqui na rua, com coleira, bem cuidado, logo imaginei que ele devia estar apenas dando uma volta, mas passaram-se os dias e ele continuava na rua, decidi alimenta-lo, pois na verdade ele devia estar perdido... comecei a dor comida e água para ele, mas foi muito difícil fazer amizade, o bichano era muito arisco, demorou quase 1 mês para que ele deixasse eu me aproximar, depois disso ele ficou por aqui quase 2 meses, até que ele sumiu... fiquei preocupada, achando que algum bicho podia ter pegado ele, afinal na "selva" que tem aqui no fundo de casa tem muito bichos, mas dias depois recebi a boa notícia de uma amiga que trabalha com meu marido de que ele era da vizinha dela e que ela o encontrou e levou para casa... Depois de bastante tempo ele começou a aparecer aqui em casa esporadicamente, vinha falar um oi para aqueles que haviam cuidado dele por um tempo, ele vinha dava uma miadinha e ia embora.
Agora tem 15 dias que ele reapareceu e não foi mais embora, não sei porque, ele adotou minha máquina de lavar como cama...
Ele só sai da minha lavanderia para dar um passeio e logo volta, quando vou trabalhar lá esta ele, quando chego também, quando vou dormir... Ele mia demais, meu Deus, chega a ser chato às vezes... tive que comprar ração porque parece que o bichano não vai embora tão cedo e como é que poderia expulsar o coitado ou deixa-lo passar fome? Ele só não entra em casa, mas fui obrigada a adota-lo, novamente, mesmo que seja temporariamente...

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Condrite

Meu corpo resolveu testar uma nova dor...
Tive uma crise de sinusite que durou quase 30 dias mesmo com a intervenção de antibióticos, estava tossindo absurdamente, foi quando dia 10 desse mês, que caiu num domingo, acordei com uma dorzinha chata nas costelas do lado direito, achei que era porque eu deveria ter dormido em cima do braço... passou a semana e a dor não passou. Como sempre perguntei ao "pai que tudo sabe", o Google, sobre dor na costela, não achei nada, nenhuma explicação ou possível causa, chegou no final de semana sábado eu piorei e domingo mais ainda, comecei a achar que tinha quebrado uma costela e não sabia, já havia decidido ir ao médico na terça, quando na segunda pela manhã senti algo parecido com um estralo, do tipo definido pela onomatopeia "POQ", perdi o ar e dor se tornou constante, não conseguia respirar sem sentir dor, fui ao pronto socorro, cheguei lá, a médica me fez algumas perguntas, se eu havia caído, batido, se fazia atividade física, afirmei que não, pediu para eu me deitar e perguntou onde doía, mostrei a ela e ela me perguntou: doí o osso da costela ou entre elas?, minha resposta foi que eu não sabia, doí tudo, ai ela começou apertar: doí aqui? Não. Doí aqui? Doí. Aqui? Não. Foi quando ela apertou bem no final da costela, e perguntou de novo; doí aqui? Ai que dor insuportável, respondi doí, doí muito... Então ela me apresentou a condrite, que se trata de uma inflamação no músculo que fica embaixo da costela, disse que depois da dor de rim, essa é a pior dor, que poderia ter sido ocasionada, no meu caso, pela tosse prolongada, podendo ter sido agravada por eu ter dormido em cima do braço. Para maior alegria ela disse que não havia muito o que fazer, que era uma dor que demorava para passar, que ela me daria um antiinflamatório por 7 dias para aliviar a dor... Bem, aliviou mesmo, muito por sinal, porém mais de 1 semana depois de ir ao médico, ainda sinto vestígios da dor...
Agora que você também conhece a condrite, caso a sinta, não espere piorar para ir ao médico, pois quando ela piora, nem queria imaginar a dor...

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Nova paixão

A muito tempo que a vida sedentária me incomoda, todos temos consciência da importância das atividades físicas para uma vida longa e saudável, mas a correria do dia dia, o cansaço faz com que a gente deixe esse ponto tão fundamental para depois...
Eu já tentei ir para academia diversas vezes, mas levantar peso não me agrada nenhum pouco, é um tormento, uma tortura, então, para sair do sedentarismo decidir voltar a dançar.
Comecei a fazer Ballet aos 3 anos, fiz ballet, jazz, sapateado, dança de salão, sempre amei dançar, mas desde o 17 anos de idade que não fazia nada. Eu sempre achei dança do ventre muito bonita, sensual, e depois de ver como ela mudou a Shakira, rsrs, decidi arriscar.
Há 2 meses e meio comecei a dançar, encontrei uma academia perto de casa e estou amando, primeiro porque é uma diversão, durante a aula a gente esquece de tudo, só pensa na dança, minha professora e as outras alunas são muito engraçadas, a gente ri muito juntas e é um ótimo exercício... o básico é fácil, mas a coisa vai complicando. A dança do ventre é uma dança cheia de tradição e história, a cada fundamento novo que aprendo vou gostando mais. Hoje vamos começar a dançar com o véu, estou ansiosa.
Já me sinto bem melhor desde que comecei a dançar, o peso na consciência diminuiu e autoestima aumentou, afinal, como minha professora diz, somos todas divas!