quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Unhas (parte 1)

   Bem, qual é a mulher que não gosta de fazer as unhas?
  Eu, particularmente, adoro! Atualmente temos tantas cores, tantas texturas e possibilidades, que tornam o processo ainda mais prazeroso.
   Quando vi a moda da unha filha única, confesso que achei meio estranho, a ideia não me agradou muito no inicio e não tinha pretensão de fazer, mas como eu sou fã de moda, acabei não resistindo a novidade e olha no que deu.
Esmalte Risqué Marshmallow de Alfazema com esmalte de glitter na filha única


Esmalte Risqué Malícia e Tâmara na filha única
   A escolha apenas das cores da Risqué foi mera coincidência, uso  todas as marcas, só não faço questão de pagar mais por esmaltes importados, pois já comprei vários e sinceramente, não vi diferença alguma e duraram a mesma coisa que os esmaltes nacionais.
   Agora falando de um outro assunto relacionado a unhas, depois de semanalmente pintar as unhas, tira esmalte, passa esmalte, tira esmalte, passa esmalte, um belo dia tirei o esmalte do pé e tinha umas manchas brancas, achei que não tinha tirado o esmalte direito, passei dez vezes o algodão com acetona e elas continuavam lá; então minha mãe me disse que aquilo devia ser porque eu não deixava a unha "respirar". Fiquei traumatizada, não queria mais pintar as unhas do pé. Passei um bom tempo sem pintar, só voltei a pintar no dia do meu casamento, pois não tinha escolha, mas depois de voltar não quis mais parar e o problema voltou de novo.
   Procurei na internet como fazer para acabar com isso, mas nunca achei uma solução, apenas as reclamações de outras mulheres que passam pelo mesmo estress... Um dia conversando com minha manicure, reclamei com ela sobre as manchinhas brancas e ela me disse que passar azeite resolvia, não perdi tempo, depois de tirar o esmalte lá fui eu passar azeite na unha, mas para mim de nada adiantou.
   Depois de muitas tentativas cheguei a uma solução provisória, que não era parar de pintar as unhas. Após tirar o esmalte você deve passar um pouco de óleo secante e com uma lixa polidora "raspar" aquela camada branca, sai quase tudo nesse processo e para sumir com o resto, passe outra camada de óleo secante e esfregue na unha, isso irá hidratá-la e não ficará mais branco. Só que essa segunda parte, como eu disse anteriormente é provisória, pois depois do banho, o óleo sai todo e alguns pontos brancos podem aparecer novamente, mas aí você repete o processo de esfregar o óleo na unha.
   Infelizmente, para acabar com esse problema só deixando a unha sem esmalte por alguns dias, coisa que quase nunca lembro de fazer, mas por enquanto vou usando o processo acima, pois já me ajuda bastante.
   Depois postarei mais combinações de esmalte com filha única e espero que a dica para manchas brancas ajude.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Desenvolvimento e importância da EaD

Essa postagem é referente ao trabalho de pós graduação em Metodologia e Gestão para EaD.



INTRODUÇÃO
Esse traballho tem por objetivo responder a solicitação do curso de pós graduação em Metodologia e Gestão para Educação a Distância, ampliar os conhecimentos adquiridos com os conteúdos das três disciplinas, conhecer o que está sendo discutido sobre o tema EAD no internet, compartilhar conhecimento e discutir ideias por meio de blogs que falem sobre a temática.
As etapas se dividiram em quatro momentos: primeiro houve o estudo dos conteúdos das disciplinas, depois aconteceu a pesquisa de blogs que trouxessem a temática EAD e pela seleção de dois que tivessem bom conteúdo e que fossem ativos. Posteriormente deu-se inicio a postagens nesses blogs com o intuito de agregar conhecimentos e discutir ideias. Por fim, foi elaborado esse trabalho como síntese dos conhecimentos adquiridos.

CONSIDERAÇÕES
Ainda existe preconceito em relação a EAD, acredita-se que essa modalidade não tem a mesma qualidade da educação presencial, pois há uma separação entre professor e aluno e é preciso que o aluno seja autônomo para que a aprendizagem aconteça, e muitas vezes essas autonomia não foi desenvolvida anteriormente, mas muitos estudos tem provado que esse pensamento não é proviniente.
Há um investimento grande no desenvolvimento de materiais para EAD, para que eles auxiliem os alunos de forma que supra a “ausência” do professor. Para isso existem diversas ferramentas tecnológicas (TICs) que permitem o desenvolvimento desses materiais (textos, gráficos, imagens, áudio e vídeo), além de existir outras que permitem a interação professor-aluno, como por meio de chat, fórum de discussão, vídeoconferência, etc. São as tecnologias que ajudam a superar a distância entre professor e aluno, são elas que promovem a interação.         
No blog a Educação a Distância, na postagem “Tablets impulsionam gastos em TI em educação”, fala sobre como as instituições de ensino tem investido em tecnologia, pois as tecnologias já estão inseridas em nossas vidas e elas não poderiam deixar de estar presente na educação e são essas tecnologias que tornam a EAD realmente possível.
Na EAD não só o papel do aluno muda, onde ele passa a ser participante ativo na construção do seu conhecimento, por isso, a necessidade da autonomia, o papel do professor também muda, o professor deixa de ser o portador do conhecimento que é transmitido aos alunos, para ser um mediador, um facilitador do processo de aprendizagem.
A Educação a Distância se difundiu recentemente com o avanço das tecnologias, mas essa modalidade de educação existe há bastante tempo e pode-se dividir em três gerações: a primeira foi cursos por correspondência, a segunda fica marcada pela utilização de novas mídias como televisão, fitas de aúdio e vídeo e telefone; a terceira pela utilização do computador e internet e já é possível ver algumas tendências para o futuro da EAD como a WEB 2.0, as redes sociais, mundos virtuais 3D, games, etc.
No blog de João Mattar, na postagem intitulada "A História da EaD", como o título já indica, fala sobre a trajetória da EAD e segundo essa postagem a primeira notícia da EAD é de 1728.
No Brasil a EAD também começou com os cursos por correspondência em 1904, depois em 1927, começa a educação pelo rádio, passando por várias experiências bem sucedidas como a Rádio Monitor.
No Ensino Superior a Educação a Distância começou em 1979 com a Universidade de Brasília e hoje está presente em cursos presenciais que podem contar com 20% da carga horário do curso a distância e também em cursos de graduação e pós graduação lato sensu que podem ser oferecidos totalmente à distância, não totalmente, pois no Brasil não é possível ter cursos certificados totalmente EAD, é preciso que as avaliações sejam feitas presencialmente. A Educação a Distância pode ser utilizada também na educação básica, em cursos livres e corporativos, pelo governo e por empresas privadas.
Para que a EAD acontece é necessários muitos profissionais, além de professores é preciso tutores, designers instrucionais, fornecedores e desenvolvedores de ferramentas, ambientes de aprendizagem, coordenadores, entre outros.
A EAD é uma necessidade da sociedade moderna, onde a falta de tempo faz com que essa modalidade seja extremamente vantajosa, pois nela há a flexibilidade de horários, e mesmo com o preconceito que ainda existe frente a ela, houve um aumento de 30,4% nessa modalidade, enquanto a modalidade presencial 12,5%; essa é uma realidade que não se pode mais negar, ela pode ajudar a transpor a defasagem educacional brasileira, pensando nisso existe a Universidade Aberta do Brasil, ela oferece  cursos de nível superior na modalidade EAD para aqueles que tem dificuldade de acesso ao Ensino Superior.
A EAD é difícil de conceituar, mas existem diversos autores que fazem sua definição, entre elas está “EAD é toda atividade de ensino e aprendizagem que não acontece na presença física do professor com seus alunos.”
Para que a EAD não seja um choque é possível introduzi-la de maneira progressiva, onde a cada ano o aluno tenha mais carga horária a distância e assim ir se adaptando a esse novo modelo.
Existem muitos modelos de EAD no Brasil, porém o modelo que mais cresce é aquele que une teleaula ao vivo transmitidas via satélite, tutoria presencial e apoio pela internet, esse modelo é interessante pois combina a EAD com a presença de tutor para auxiliar.
Quando um curso é desenhado a escolha das mídias e a gestão dos processos acadêmicos, pedagógicos e administrativos são primordiais para que os resultados sejam atingidos.
            A didática se preocupa com o que ensinar, por quê ensinar e como ensinar, na Educação a Distância é preciso se preocupar também com o perfil do aluno, com os objetivos que ele têm ao optar por um curso EAD, para assim buscar a melhor didática para obter êxito no processo de ensino-aprendizagem.
            Já para os alunos, é necessário, além da autonomia para construção do seu prórpio conhecimento, saber gerenciar seu tempo para estudo e realização das atividades, ter compromisso e dedicação.
Foi em 1996 que EAD surgiu oficialmente no Brasil por meio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996), sendo normatizada pelo Decreto 2.494 (de 10 de fevereiro de 1998), pelo Decreto 2.561 (de 27 de abril de 1998) e pela Portaria Ministerial 301 (de 7 de abril de 1998).
Por meio das lei, decretos e portarias é possível saber as normas que regem a EAD no Brasil, tais como: os critérios de credenciamentos e recredenciamento das instituições que podem ofertar essa modalidade; a União é a responsável por regular os requisitos para realização de exames e registro de diplomas; os cursos já reconhecidos podem ofertar 20% da carga horária na modalidade a distância; a duração mínima do curso não pode ser inferior a duração na modalidade presencial, etc.
A legislação foi se alterando ao longo dos anos, em 2005, o decreto 5.622 trouxe a possibilidade dos polos de Educação a Distância com unidades descentralizadas, autorizou a criação de cursos de mestrado e doutorado a distância e incorporou a ideia, na legislação, de autonomia universitária na EAD.
Em 2011, o Decreto n. 7480 trouxe mudanças na regulação da EAD, onde acada a Secretaria de Educação a Distância (SEED) e cria a Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior e da Educação a Distância.
Os cursos de pós-graduação lato sensu a distância podem ser oferecidos por instituições de educação superior, desde que essas já possuam credenciamento para educação a distância. Os cursos devem ter duração mínima de 360 horas e provas presenciais, assim como a desefa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso.
Além das leis, decretos e portarias, há outros dois documentos que norteiam a oferta de cursos a distância, são eles: os Instrumentos de Avaliação de Cursos de Graduação e os Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância.
Os Instrumentos de Avaliação são responsáveis pela autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos, para isso é avaliado a dimensão didático-pedagógica, o corpo e a infraestrutura. Por meio dessa avaliação é que é dado do Conceito de Curso.
 Já  os Referenciais de Qualidade para Educação Superior a Distância é um documento que orienta a estruturação da oferta de cursos a distância pelas instituições credenciadas. Ele traz os itens básicos para que a Educação a Distância seja de qualidade: desenho do projeto; equipe profissional que irá atuar no curso; os recursos educacionais; a infraestrutura; os canais de comunicação que deverão existir para a interação entre professor e aluno; avaliações de aprendizagem e institucional; e sustentabilidade financeira da instituição.
            Pensando em padrões de qualidade foi criado o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) em 2004, pela lei 10.861. O SINAES avalia o desempenho das instituições que atuam no ensino superior, visando a melhoria na qualidade da educação. Essa avaliação se divide em três: Avaliação das Instituições de Educação Superior (Avalies); Avaliação dos cursos de graduação (ACG) e Avaliação do desempenho dos estudantes (ENADE).
            Apesar dos avanços significativos na EAD, como já foi dito, ainda existe preconceito quanto essa modalidade de educação, mas o Governo vem adotando e incentivando a Educação a Distância por meio da Universidade Aberta a Distância, para atender pessoas com dificuldade de acesso ao ensino superior. Cada vez mais instituições vêm aderindo a essa modalidade também, pois com uma abragência maior é possível atender pessoas do interior ou que não tem possibilidade de frequentar um curso presencial, aqueles que têm pouco recursos econômicos ou para atingir rapidamente metas de grande impacto.
            A EAD caminha para um crescimento cada vez maior, com os avanços da TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação) sua realização será aperfeiçoada e logo a modalidade a distância se tornará tão “comum” quanto a modalidade presencial.



CONCLUSÕES

            Os conteúdos apresentados na disciplina tiveram ligação com as três disciplinas apresentadas anteriormente, mas tratam do assunto de maneira mais aprofundada e para quem estuda a temática Educação a Distância, foram assuntos importantes para a formação.

            Esse trabalho proporcionou uma nova experiência com a possibilidade de discussões via blogs, eu fiz meus comentários, mas do meu ponto de vista, não houve uma real discussão, onde acontece uma troca, grande parte dos comentários, na verdade, traziam um ponto de vista novo, um olhar novo sobre o assunto, e isso também é um ponto bom, pois às vezes as pessoas falam sobre algo que não havíamos pensado ou com uma linguagem diferente, faz com que entandamos o que não tinha ficado muito claro.
            Esse relatório mostra um pouco do conteúdo aprendido nas disciplinas, um “resumo” dos conteúdos apresentados e aprendidos, aquilo que foi considerado mais importante para constar nesse trabalho.
            Como disse, inclusive em umas das postagens nos blogs, sou nova, então me sinto muito a vontade diante das tecnologias, por isso, blogs já fazem parte da minha vida há bastante tempo, já tive diversos blogs, hoje permaço com 3, sendo que 1 foi criado para atender um trabalho da minha primeira pós, outro é sobre minha lua de mel, com o intuito de dar dicas para as pessoas que tem o mesmo destino, mas que ainda está incompleto e o último é um blog pessoal e que existe desde 05 de junho de 2011, onde trato de assuntos diversos, então decidi usa-lo para fazer a postagem do trabalho, e pretendo continuar com ele por tempo indeterminado.
            Para mim não só esse trabalho ou a criação do blog é uma quebra de paradigmas, eu estar cursando um curso EAD sim, pois nunca me senti confortável com a ideia de estudar sem ter que me dirigir a um lugar específico, sentar em uma cadeira e ouvir o professor falar por algumas horas, mas hoje vejo que isso é possível, mas que não é algo para todos, ainda, pois é preciso disciplina, dedicação, além de ter autonomia para compreensão dos conteúdos e sabemos que no Brasil existem muitos analfabetos funcionais, que são aqueles que sabem ler, mas não conseguem compreender, interpretar um texto, e isso gera uma grande dificuldade para fazer um curso na modalidade a distância, por isso, é preciso melhorar a educação, mas essa é uma outra discussão.

sábado, 8 de setembro de 2012

The Expendables 2

    Quem nasceu na década de 80, com certeza acompanhou os filmes de ação daquela época.
   Quando pequena, meus pais adoravam os filmes de ação com Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Jean-Claude Van Damme, Bruce Willis, Dolph Lundgren e cia, acho que assisti a todos os filmes deles. 
    Lembro-me que íamos quase todo final de semana a locadora alugar as fitas cassetes, que tinham que ser rebobinadas antes de devolver, velhos tempos... Meus pais alugavam os filmes de ação e eu Lua de Cristal, acho que assisti esse filme umas 50 vezes, quando crianças não temos muita noção, mas enfim, os filmes eram sempre legendados e eu às vezes não conseguia acompanhar as falas, me recordo de minha mãe lendo as legendas para mim.
    Depois que esse tipo de filme saiu de moda, os atores começaram a ficar velhos, o Arnold virou governador da Califórnia, eu me perguntava se não haveria mais filmes como O Exterminador Futuro, O Especialista, O Grande Dragão Branco, entre outros tão marcantes, foi quando surgiu o filme The Expendables.
    Eu fiquei eufórica com o primeiro filme que unia alguns desses grandes atores, grandes no sentido literal mesmo, afinal eram todos bombados, e ainda que com participações pequenas, mas com boas piadas. Então anunciaram The Expendables 2, com Stallone, Schwarzenegger, Van Damme, Bruce Willis, Chuck Norris, fui a loucura.


    Na semana de estreia lá estava eu, mesmo tendo ouvido bastante críticas ao filme, eu tinha que ver a reunião dos atores que fizeram parte da minha infância. Vamos ser sinceros, o filme realmente não é tão bom, o primeiro é mais interessante, mas para mim valeu muito, assistiria de novo, só pelas participações e pelas piadas.
    Agora abrindo um parenteses aqui, ultimamente se tem "refilmado" grandes sucessos da década de 80 e 90. Em 2010 lançaram Predadores, uma "continuação" do filme Predador de 1987 com Arnold Schwarzenegger, que foi bom até, gostei. Para quem conhece o primeiro filme, com certeza lembra da música que toca na começo dele, quando estão no helicoptero indo para selva, Long Tall Sally, que é a mesma que toca ao final do Predadores, quando passam os créditos, uma ótima referência e você ouve dentro do cinema pessoas falando "que música nada ver que colocaram".
    No final do mês passado lançaram O Vingador do Futuro, que é a refilmagem do filme de mesmo nome, também com Arnold Schwarzenegger de 1990. Opinião particular, não gostei, o filme é bonzinho, mas para quem conhece a versão original é uma decepção, a história não tem quase nada a ver com o primeiro, cenas clássicas como o Arnold tirando a bolinha do nariz, ele vestido de mulher para passar pelos guardas, os mutantes, nada disso aparece, no máximo a mulher de três peitos, que não faz o menor sentido.
    Agora está para lançar o filme chamado Dredd, que com certeza deve puxar algo do filme O Juiz, com Sylvester Stallone de 1995, vamos ver como vai ser...
    Mas voltando ao The Expandables 2, para que curtiu esses atores na infância, adolescência ou até mesmo na fase adulta, como os meus pais, vale muito a pena assistir.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Leitura da vez...

O livro "Politicamente incorreto" era o que eu esperava, humor inteligente... Esse é o livro que lê rindo e sentindo raiva ao mesmo tempo, afinal, como o autor, Danilo Gentili diz no início do livro: "Este é um livro de humor. Qualquer semelhança com fatos, pessoas, falcatruas ou escândalos reais terá sido mera piada." É uma leitura rápida, li durante o vôo de Campo Grande para São Paulo, ou seja, em torno de 1 hora, vale a pena.
Agora, primeiramente gostaria de agradecer ao meu marido, que me deu esse maravilhoso presente, conhecedor da minha paixão por leitura e da vontade de ler esse livro, ele me presenteou, começarei a ler "O cemitério de Praga", desde o lançamento que estou querendo ler, pois esse livro é do mesmo autor de "O nome da rosa", Umberto Eco.
Fiquei fascinada com a sinopse que compartilharei aqui: "Um história de complôs, enganos, falsificações e assassinatos, em que encontramos o jovem médico Sigmund Freud, o escritor Ippolito Nievo, judeus que querem dominar o mundo, uma satanista, missas negras, os documentos falsos do caso Dreyfus, jesuítas que conspiram contra maçons, Garibaldi e a formação dos Protocolos dos sábios de Sião."
O difícil está sendo encontrar tempo para ler, mas lerei, com toda a certeza, depois na próxima "Leitura da vez...", darei um feedback.