Olá,
Na última postagem parei na chegada a Santa Cruz de La Sierra, então vamos prosseguir.
Como disse na postagem anterior, chegamos na fronteira num sábado e o posto de imigração fechou meio dia e não conseguimos pegar o visto de entrada, mas com um tempo restrito seguimos sem o mesmo.
Chegamos a Santa Cruz às 4:30 da manhã, estava escuro, tudo fechado e não tínhamos bolivianos para fazer qualquer coisa, tínhamos apenas doláres.
Precisávamos ir até o posto de imigração para pegar o visto, então descobrímos que estava fechado pois era domingo, foi um susto. Lembramos que no aeroporto tinha um posto, por isso fomos para lá.
Para ir para lá, tínhamos que pegar um táxi, mas os taxistas não aceitavam doláres, então, achamos um que disse que sabia onde trocar, ficamos meio assim, mas o cara foi bastante correto, nos levou a um posto de gasolina que trocava o dinheiro e deu tudo certo.
Quando chegamos ao aeroporto fomos direto as informações, nos passaram o número da sala de imigração pois não podíamos ir lá, uma vez que a mesma ficava na área de desembarque e só abriria às 8:00.
Chegamos no aeroporto por volta das 6:00, aproveitamos para comer, carregar celulares e sentar para relaxar. O aeroporto não é grande, mas é bom.
Ficamos horas lá, esperando alguém atender na imigração, só conseguimos contato por volta da 13:15 e o que obtemos não foi uma resposta nada boa. Disseram que o posto era apenas para quem chegava lá de avião e que se a gente quisesse o visto teríamos que pagar cerca de 350 bolivianos para cada, ou deveríamos seguir para La Paz, explicar a situação na imigração e pegar o visto lá.
Optamos pela segunda opção, seguimos para La Paz.
Devido a esse impasse todo, não conhecemos a cidade, apenas o aeroporto.
No aeroporto tem Subway, aqui no Brasil tenho o costume de comer o italiano e coloco o molho chipotle, que é um pouco picante, lá tinha opção de italiano picante, que era a mesma ideia do daqui, mas meu Deus, o molho chiplote deles não tem nada a ver com o daqui, o de lá para começar é vermelho e é muuuuuuuuuuuito picante, mas muito mesmo, eu nem consegui comer e olha que eu gosto de pimenta. Fica a dica.
Quando chegamos a rodoviária novamente, descobrimos que lá também tinha um posto de imigração, mas era a mesma história, era domingo e estava fechado.
Compramos a passagem de ônibus para La Paz pela empresa Trans Crucero que saia às 17:30. A passagem para os dois custou R$120,00.
O ônibus era melhor, bem mais espaçoso, era leito, então foi mais confortável. Durante toda a viagem também colocaram filmes, assistimos uns 5 filmes, afinal, o trajeto é longo, 12 horas.
Por alguma razão, não tenho mais os tickets de cobrança da taxa da rodoviária, mas com certeza não é mais que 3 bolivianos por pessoa.
Na Bolívia também, em tudo quanto é lugar, menos no aeroporto, você paga para usar o banheiro, em média 1 boliviano, mas isso não garante que você vá encontrar um banheiro descente e com papel, o banheiro da rodoviária de Santa Cruz foi o banheiro mais medonho que já entrei na vida, estava imundo.
Outra dica que deixo é levar do Brasil mesmo alguns lanchinhos, pois nem sempre você vai encontrar um lugar descente para comer e se você for um tanto chato(a) para comida como eu, ajuda bastante, meu marido e eu levamos pacotinhos de amendoim, bolachas, torradinhas temperadas, etc.
Chegamos em La Paz com um pouco de atraso, às 13:00, pois pegamos trânsito na entrada da cidade.
Amanhã nossa experiência em La Paz, qualquer dúvida desse trecho, deixem sua postagem que responderei.
Até.
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